Usina Nuclear de Fukushima teve pouca influência nos acidentes

Apesar de ter suscitado questionamentos sobre o uso de energia atômica, o acidente da Usina Nuclear de Fukushima, no Japão, não alterou significativamente a expansão prevista, em termos mundiais, para a exploração desse tipo de energia. Parte disso se deve ao fato de a China, Índia, Rússia e Coreia manterem inalterados seus planos energéticos, na avaliação da diretora executiva da Agência Internacional de Energia (AIE), Maria van der Hoeven.

“Fukushima fez surgir interrogações sobre o futuro da energia nuclear em países como a Suíça e Alemanha, mas isso ainda não é significativo porque há países como a China, Índia, Rússia e Coreia que continuam a investir nesse tipo de usina, determinando a expansão desta fonte de energia no mundo”, explicou der Hoeven, durante o lançamento da edição 2011 do anuário World Energy Outlook, divulgado pela AIE.

De acordo com o estudo, a produção de energia nuclear poderá aumentar mais de 70% até 2035. Ainda que – em uma situação hipotética projetada pelo estudo – os países membros da AIE optem por não construir novos reatores, e que se criem mais oportunidades para as energias renováveis, há ainda o risco de se acabar estimulando a procura de combustíveis fósseis.

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