Prêmio elege iniciativas a favor do meio ambiente

Com o objetivo de premiar qualquer pessoa, empresa ou instituição que, de alguma forma, agiram em favor do meio ambiente, o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Pará lançou o Prêmio CREA-PA de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, com inscrições abertas até o próximo dia 8 de outubro. A iniciativa visa divulgar valores ambientalmente corretos, que possam servir de exemplo na vida de pessoas e organizações.

Na primeira edição da iniciativa, o Prêmio recebeu cerca de 50 projetos que trabalham em prol do meio ambiente. A premiada na modalidade Arquitetura e Urbanismo é um dos exemplos que vem de fora da capital, mais precisamente de Santarém. Arquiteta e Urbanista desde 2000, Zeila Diniz inscreveu o trabalho “Ecovila para o novo milênio” que propõe um projeto de moradia, rural ou urbano, com baixo impacto ambiental. O projeto é uma alternativa para o padrão de habitação vigente, “que sobrecarrega o fornecimento de produtos básicos, tais com o abastecimento de água, o tratamento de esgoto, armazenamento de lixo e fornecimento de energia”, esclarece Zeila.

A iniciativa contempla ainda projetos que apesar de não terem alcançado a pontuação máxima na avaliação, podem receber o certificado de Menção Honrosa por terem sido destaque dentre os demais. Foi o caso do estudante de Engenharia Civil, Rodrigo Rodrigues que propôs, na primeira edição da iniciativa, formas econômicas de construir, evitando desperdícios através de métodos de gerenciamento.

As indicações para concorrer ao prêmio podem ser feitas por qualquer pessoa ou instituição, seja ela pública ou privada. Segundo o geólogo e coordenador da Comissão de Meio Ambiente do CREA-PA e Recursos Hídricos do Crea-PA, José Pastana, este caráter democrático é para mostrar que “as soluções e idéias para preservar e conservar a natureza não deve ser exclusividade da classe tecnológica. Todos somos responsáveis e estamos a mercê das catástrofes naturais, por isso todos devemos contribuir para a preservação da vida”.

Ao todo serão oito categorias: arquitetura e urbanismo, saneamento, geologia e engenharia de minas, produção limpa, produção agronômica, meio ambiente rural, educação ambiental e imprensa.

O julgamento dos indicados levará em conta a relevância e a pertinência do projeto com os objetivos do prêmio. A avaliação das propostas será feita com a coordenação da diretoria do Conselho, que escolherá a Comissão julgadora e também convidará especialistas para a seleção.

Fonte: Diario – Online

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