Empresas apostam em Investimento no consumo consciente

Pequenas ações para um grande resultado: preservação do meio ambiente. As empresas, atentas ao problema, já reforçam a importância por meio de campanhas, aderindo a práticas que poluam e afetem menos a natureza.

Um exemplo é o Grupo Pão de Açúcar que lançou no dia 19 deste mês a campanha “Quinzena da Iluminação” em todas as lojas do Brasil no intuito de estimular a consumo de lâmpadas eletrônicas, que chegam a gastar 80% menos energia elétrica do que as lâmpadas incandescentes.

A campanha segue até o dia 31 e tem a expectativa de aumentar 30% nas vendas. Além de descontos (até 40%) nas lâmpadas eletrônicas, as redes estão recebendo pilhas e lâmpadas usadas para fazerem o correto descarte.

“Fizemos essa campanha no tempo do inverno, porque escurece mais cedo e as pessoas usam mais a energia. E parte das vendas das lâmpadas eletrônicas vai para o Instituto Akatu, parceiro nosso na campanha. Já a AES Eletropaulo vai fazer o descarte das lâmpadas”, explica a gerente de sustentabilidade do Grupo Pão de Açúcar, Lígia Korkes.

De acordo com ela, o preço da lâmpada é mais caro que a convencional, no entanto dura mais. Numa pesquisa realizada pelo O POVO, constatou-se que a lâmpada eletrônica, tipo led, custa em média R$ 60,90 enquanto a comum, R$ 3,39. Mas conforme informações do Instituto Akatu, em média uma lâmpada eletrônica dura 3 anos e 4 meses e a comum, apenas 5 meses.

Papéis
O dono da gráfica Qualygraf, Victor Simões, também tem políticas na empresa voltadas para o bom consumo sem prejudicar a natureza.

Segundo o proprietário, a gráfica ganhou há três meses o selo verde FSC, um certificado ambiental, e assim, a empresa se configura como uma das primeiras a receber o selo no nordeste, diz Simões.

“A primeira ação e mais importante é que a gente já vinha comprando papéis de fábrica com o selo. Além de termos um cuidado com o descarte do produto químico, que é feito por outra empresa, em que isso não denigre muito o meio ambiente”, comenta Victor Simões.

No entanto, é preciso empenho para permanecer com o selo FSC. Anualmente há auditorias para certificar que a empresa ainda trabalha ecologicamente correta. “É difícil conseguir o selo, muitas empresas após receberem podem perdem”, considera Simões. O papel utilizado na empresa dele, “certificado”, chega a ser de 10% a 12% mais caros que os papéis comuns comercializados em Fortaleza.

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

Os supermercados já estão com ações para estimular o consumo consciente dos clientes. Um exemplo é apresentar caixas de papelão para substituir as velhas sacolas plásticas na hora das compras.

Fonte: o Povo Online

Esta entrada foi publicada em Notícias e marcada com a tag , , , , . Adicione o link permanenteaos seus favoritos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*