Comitê de Políticas do Programa ONU REDD aprova US$ 8 milhões para Congo e Sri Lanka

Durante a oitava reunião do Comitê de Políticas do Programa ONU REDD, finalizada na segunda-feira (26) no Paraguai, US$ 8 milhões foram aprovados para os programas nacionais de redução das emissões por desmatamento e degradação (REDD) da República do Congo e Sri Lanka.

O total já desembolsado pelo ONU REDD agora alcança US$ 67,3 milhões em fundos, que buscam apoiar a capacitação dos governos na preparação e implementação das estratégias de REDD+, cujo principal objetivo é contribuir como o desafio global de reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

Dezesseis países já foram beneficiados diretamente com recursos do programa e outros 26, incluindo nações africanas, latino-americanas, caribenhas e da região Ásia-Pacífico, trabalham em parceira com o ONU REDD.

“É um novo horizonte, uma nova vida para nosso setor florestal”, comentou Anura Sathurusinghe, coordenador do REDD+ no Departamento Florestal do Sri Lanka. No seu país, as florestas nativas ricas em biodiversidade perfazem 30% da superfície total.

“Esta é uma forma de incentivo ao manejo sustentável das florestas, à conservação da biodiversidade e à melhoria dos estoques de carbono no Congo”, comemorou George Claver Boundzanga, coordenador do REDD+ no país, cujo território abrange parte da segunda maior floresta tropical do mundo.

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