Arpa projeta que Ucs precisam de investimento de R$ 550 milhões para se tornar autossustentáveis

Tornar autossustentáveis as Unidades de Conservação (UCs) que foram ampliadas em 83%, entre 2001 e 2010, demanda recursos da ordem de R$ 550 milhões, segundo estimativas do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). O potencial de geração de emprego e renda a partir dos recursos da biodiversidade vai desde a exploração manejada das florestas até o desenvolvimento do turismo.

O Arpa, que de acordo com o governo federal já contribui para a criação e consolidação de quase 20 milhões de hectares em unidades de conservação (UCs) no bioma desde 2003, recebeu recentemente a doação de 20 milhões de euros do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW). O dinheiro será aplicado no Fundo de Áreas Protegidas (FAP), a cargo do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), executor financeiro do Arpa.

O FAP complementa o orçamento público destinado às UCs. Os recursos vão dar maior agilidade e autonomia à gestão de projetos voltados para unidades em estágio avançado de consolidação dos programas de gestão e proteção. Uma das consequências é a geração de emprego e renda, com o uso sustentável dos recursos da biodiversidade.

O Programa Arpa tem ações previstas até 2018, com expectativa de promover a consolidação de 60 milhões de hectares no bioma amazônia, o que representa mais de 35,1% de toda a área protegida no país. A estratégia é garantir que as UCs brasileiras deixem de ser apenas territórios delimitados em mapas e saiam do papel para a realidade.

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